Você sabia que há trechos poluídos dos rios Parnaíba e Poty?

Você já ouviu falar em despoluição de rios?

Londres, Paris, Amsterdam, Nova York e São Paulo são grandes metrópoles que despoluíram ou tem programas ativos de despoluição dos seus rios urbanos.

Esses processos foram demorados, envolveram a comunidade, empresas, agentes públicos e privados.

Foram processos holísticos que precisaram do desenvolvimento de toda uma cadeia de saneamento básico, tratamento de efluentes, manejo de resíduos, reciclagem de lixo, demandou mudanças de comportamento e da relação das pessoas com os rios urbanos.

A principal mudança desses processos foi a reintegração dos Rios a vida cotidiana das pessoas.

Hoje a população Piauiense, em particular no município de Teresina, vive desconectada dos nossos rios.

Há todo um potencial desperdiçado em turismo, lazer e transporte de pessoas que poderia ser aproveitado de uma nova maneira.

Gerando um ciclo virtuoso de desenvolvimento no nosso estado.

Pra isso acontecer, precisamos de projetos bem estruturados, financiamento público e privado, organização e boa técnica…

Nossos atuais políticos não estão preparados para esse desafio, não conhecem essa demanda e não visualizam os benefícios desse processo…

Precisamos trocar nossos políticos.

Nos últimos 20 anos o Piauí não teve nenhuma iniciativa séria para despoluir nossos rios.

Estamos dispostos a enfrentar esse desafio.

Apoie nosso trabalho, compartilhe com seus amigos.

Em breve traremos novas informações.

Estamos determinados a melhorar o Piauí.

Conte com a gente…

Aurélio Ribeiro

Biólogo formado pela UFPI, com mestrado em Agronomia/Produção Vegetal e Doutorando em Agricultura Tropical. Desenvolveu projetos junto à Embrapa Meio-Norte (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), atuando em projetos de pesquisa nas áreas de Entomologia, Ecologia de Insetos Aquáticos, Manejo Integrado de Pragas e Controle Biológico. Além disso, atua em Licenciamento Ambiental, Gestão Ambiental e Legislação Ambiental aplicados ao Agronegócio.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *