Corrupção · 27 de abril de 2021

Unidade de pronto atendimento em São Raimundo Nonato funcionam de forma improvisada e sem equipamentos básicos

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e o Hospital Regional da cidade de São Raimundo Nonato atendem vários municípios e vilarejos próximos, porém mesmo com verba tanto para pacientes de COVID e para atender outras localidades, eles funcionam de maneira improvisada e sem equipamentos básicos.

Enquanto a Secretaria Estadual de Saúde indica que há 20 leitos de UTI na localidade, a verdade é que são 11 leitos clínicos semi-intensivos e 9 leitos de UTI, o gasômetro não funciona e os monitores e bombas de infusão de medicação são insuficientes. Tudo funciona com bastante precariedade e gambiarras nos sistemas elétricos.

Atualmente, os profissionais que atuam no setor reclamam que não há repouso adequado, sendo que não há nem mesmo lençóis para enfermeiros, médicos e técnicos que fazem plantão.

“O trabalho é feito totalmente em ambientes improvisados. Não há monitores suficientes nos leitos clínicos para acompanhar os pacientes e nem bombas de infusão em quantidade suficiente. Além disso, os profissionais da saúde precisam descansar em ambientes totalmente inadequados e insalubres. Além de faltar antibióticos, heparina e ter que racionar medicações sedativas”, afirmou um enfermeiro do local.

Já os leitos de observação são improvisados e não há os equipamentos e medicamentos básicos para atender os pacientes.

Além disso, todos os profissionais trabalham sem receber insalubridade do ambiente COVID
A justificativa da direção é que a SESAPI não repassa sequer o adicional de 20% da insalubridade.