CMT · 11 de maio de 2022

Justiça cassa mandato de Leonardo Eulálio por fraude eleitoral

O juiz Dioclécio Sousa da Silva, da 1ª Zona Eleitoral, julgou procedente ação do Progressistas que pedia a cassação da chapa do PL referente as eleições de 2020.

A ação acusava o PL de fraude eleitoral e abuso de poder por terem utilizado mulheres como candidatas fictícias para preencher a cota de gênero.

Três mulheres não tiveram nenhum voto durante as eleições.

O promotor Regis Marinho, do Ministério Público, chegou a opinar pela IMPROCEDÊNCIA da ação porque, segundo ele, a fraude eleitoral não foi devidamente comprovada.

“Os testemunhos prestados durante o processo não acrescentaram nenhum detalhe digno de expressiva nota, de forma que os autos carecem de provas com aptidão suficiente para refutar a situação fática trazida pela parte representante para fundamentar, de modo robusto, a ocorrência da suposta fraude à lei eleitoral”, declarou o promotor.