CMT / Corrupção / Dinheiro público · 7 de maio de 2021

Joaquim do Arroz, o vereador suplente que tem 18 assessores; sendo 10 ligados a Zé Nito o titular

O Piauiense vem dando transparência aos gastos obscuros da Câmara de Teresina, e com isso mostrando relações de parlamentares e assessores que são desconhecidas do senso comum.

Joaquim do Arroz não poupou ao contratar assessores, são 18 que custam 51.300,00 reais todos os meses aos cofres públicos. Mas o que chamou atenção é que desses 18, pelo menos 10 prestaram serviços de assessoria e possivelmente trabalharam na campanha de outro vereador, o Zé Nito.

Ze Nito é o titular da cadeira que se ausentou para assumir um cargo na gestão de Dr Pessoa, porém manteve seus assessores pagos por Joaquim do Arroz.

Esses “acordos” mostram as relações estranhas de vereadores compartilharem verbas de gabinete – Joaquim do Arroz foi reprovado nas urnas e conseguiu o cargo graças a manobra da suplência, mesmo assim não deixou de agradar o dono do cargo – o vereador que de fato foi eleito – com cargos comissionados. O favor foi pago.

São esses acordos que Jeová Alencar insiste em esconder e não publicar para que a população não tome conhecimento.

Já estamos em maio e a Câmara de Teresina só publicou os gastos de janeiro, ferindo de morte a LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO. Até quando