Estupradores de Castelo do Piauí ficaram apenas 3 anos presos

O Brasil é um lugar muito confortável para bandidos, principalmente os menores de idade. Vamos relembrar um triste caso que marcou o Piauí envolvendo criminosos com menos de 18 anos.

Em 2015, quatro meninas na faixa etária de 14 a 16 anos, foram agredidas e estupradas por 4 adolescentes e um adulto.

Após o estupro, elas foram espancadas e arremessadas de um penhasco de 10 metros de altura. Uma delas não sobreviveu após ficar 10 dias internada na UTI.

Pouco tempo depois do crime, os bandidos foram presos e um dos adolescentes confessou e explicou todo o crime. O adolescente foi posto na mesma cela dos outros e foi espancado até a morte pelos outros três – outro homicídio cometido já dentro da custódia do Estado.

Mesmo com o crime extra, por serem menores de idade, eles foram condenados a medidas socioeducativas e ficaram presos por apenas 3 anos.

Após conseguirem a liberdade assistida, em 2018, eles tiveram que prestar “serviços comunitários” por apenas 2 anos e meio. Eles ainda ganharam o direito de morarem em um abrigo custeado com dinheiro público.

Em 2019, um deles foi preso por assalto a mão armada justamente na cidade de Castelo do Piauí, mesma cidade em que cometera o estupro coletivo 4 anos antes.

O adulto era Adão José de Sousa (imagem acima), ele foi condenado a 100 anos de prisão, mas as leis brasileiras só permitem, no máximo, que uma pessoa fique presa por 30 anos.

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