A Assembleia é a mãe dos Políticos inescrupulosos do Piauí

A Assembleia Legislativa é um poço sem fundo de gastos de dinheiro público. Pagamos mais de 5.500 funcionários entre servidores, comissionados e aposentados (leia-se: ex-políticos que se aposentaram ilegalmente pela Assembleia). Pagamos também a Coca-Cola superfaturada e o Kero Guaraná que não existe mais. E, além de tudo isso, sustentamos as despesas médicas de todos os servidores.

Em um pregão eletrônico de março de 2021, a Assembleia Legislativa abriu a compra de materiais hospitalares para suprir sua clínica – que atende os servidores da Casa. O custo total é de R$ 1.818.949,33.

A sociedade piauiense sustenta praticamente todos os aspectos da vida dos servidores da Assembleia Legislativa: se só a folha de pagamento é mais de R$ 25 milhões/mensais, os outros gastos não ficam muito para trás.

Estamos em um dos estados mais pobres do Brasil, com um dos piores índices de saúde do país e, mesmo assim, sustentamos essa casta de políticos, familiares e assessores para seus gastos com médicos, dentistas e fisioterapeutas (os jornalistas que trabalham na Assembleia também tem direito ao atendimento).

O Piauí jamais se desenvolverá enquanto precisar sustentar uma máquina pública tão pesada e corrompida como acontece com a Assembleia Legislativa.