Os crimes de Wellington Dias que o Brasil ainda não conhece

Enquanto os piauienses conhecem, exaustivamente, os crimes de Wellington Dias, para o resto do Brasil, o governador ainda pode se passar por um petista aceitável – pelo menos, se comparado ao nível de criminalidade de Lula, Dilma etc.

É por isso que essa sua projeção nacional tem acontecido nos últimos meses: ele está criando toda a narrativa de que, depois de 4 mandatos como gestor do Piauí, ele pode ser presidente do Brasil – talvez, seja considerado um nome melhor de vender que do próprio Lula.

Vamos fazer um levantamento rápido de alguns de seus crimes desde o seu primeiro mandato até hoje para que os brasileiros possam conhecê-lo:

– Em seu primeiro mandato, em 2006, W. Dias esteve envolvido na máfia das ambulâncias, quando foi denunciado por direcionamento de licitações;

– Em 2009, um estagiário da EMGERPI denunciou esquemas em obras do Governo que chegariam ao rombo de R$ 120 milhões. O caso virou investigação da PF e chegou a derrubar a diretora do órgão, Lucile Moura. Em 2012, o TCE condenou Lucile – pessoa de confiança do governador – a devolver R$ 2 milhões;

– Em 2006, Wellington Dias pediu ao Ministério da Integração R$ 595 mil para o conserto da Barragem de Algodões, em Cocal. Esse dinheiro foi desviado e os reparos nunca feitos. Em 2009, a barragem de Algodões rompe, matando 9 pessoas, deixando 1.047 desalojados e 953 desabrigados e o maior crime ambiental da história do Piauí.

– Em 2019, PF cumpre mandado de busca e apreensão no Palácio de Karnak para apurar crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa e fraudes em licitações. Era a Satélites – início da Operação Topique.

– Em julho 2020, a primeira-dama e secretária de educação, Rejane Dias, é alvo da operação da Polícia Federal que investiga o desvio de R$ 50 milhões da Educação. A PF chegou a realizar buscas na casa do governador;

– Em 2020, duas operações federais investigam crimes na pandemia: as operações Campanile e Onzena investigam compras sem licitação e superfaturadas de medicamentos e produtos hospitalares pela Secretaria de Saúde do Piauí;

Em breve, vamos trazer à tona mais crimes de Wellington Dias e de seus secretários. Quando não era o próprio governador o articulador dos casos de corrupção, ele permitiu, autorizou e protegeu secretários cometendo inúmeros crimes ao longo dos seus quase 16 anos no poder.

Essa é a cara do novo líder do Brasil? Para os padrões do petismo, ele é o líder perfeito.