O caos no transporte público é um dos maiores problemas que Teresina vai enfrentar. E nenhum candidato está preparado para isso.

Todos os anos vemos matérias afirmando que o Sindicato das Empresas de Transporte Urbano (SETUT) diz ter uma dívida com a Prefeitura, que nega. A dívida é por conta dos subsídios das passagens gratuitas ou a meia estudantil – que, na verdade, são pagas por todos. O valor é de mais de R$ 20 milhões, mas ninguém sabe exatamente qual é a quantia.

Com a pandemia, as empresas de transporte público ficaram vários meses sem receita e, no retorno da quarentena, ainda foram obrigadas – ordem que estão desobedecendo – a oferecer transporte apenas para passageiros sentados, o que diminuiu ainda mais seu lucro.

Esse é o problema das empresas de ônibus. Para os usuários, as dificuldades são muito maiores: passagens caras (e que irão aumentar no próximo ano), ônibus de péssima qualidade, lotados, demoras excessivas.

Desde que Firmino foi eleito pela primeira vez, o sistema de transporte público apenas piorou e encareceu. A cada nova mudança (seja da integração, dos terminais, dos corredores exclusivos) novos e piores problemas recaem sobre as pessoas.

Todos esses problemas se resumem em um só: o oligopólio de empresas que atua em Teresina e que impede a concorrência no setor. Através do cartel legalizado que praticam, o transporte público não consegue evoluir.

Até agora, NENHUM candidato ofereceu nenhuma solução para todos esses problemas. E agora?

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