João Vicente Claudino e o vazio moral da política piauiense

Em House of Cards, Frank Underwood – personagem vivido por Kevin Spacey – afirma: “Eu não respeito quem não sabe distinguir entre dinheiro e poder”. Pelo mesmo raciocínio, não dá para respeitar as decisões políticas de João Vicente Claudino. Ele é um homem de muito dinheiro, mas que não consegue nenhum poder e precisa ficar mendigando atenção de políticos de baixo nível como Fábio Abreu.

João Vicente Claudino é herdeiro de uma das maiores fortunas do Brasil. O que o seu pai fez, em um dos estados mais pobres do país, é um verdadeiro milagre que emprega dezenas de milhares de pessoas em todo o Piauí. Quem já visitou uma de suas fábricas, sabe: o nível é internacional. JVC, por outro lado, prefere a mesquinharia da política de compadrio, fechando acordos estranhos com um sujeito que é responsável direto pelo caos na Segurança Pública do Piauí.

Se João Vicente Claudino estivesse minimamente interessado em melhorar o Piauí ou Teresina, ele se perguntaria: “O que Fábio Abreu tem a oferecer para a capital do Piauí?”. A resposta, considerando que ele teria capacidade de raciocinar em cima disso, é clara: NADA, absolutamente nada. Fábio Abreu representa o vazio moral da política piauiense. Os níveis de corrupção, caso vença as eleições, serão os mais altos que Teresina já viu em muitos anos. E tudo isso com o aval e as batidinhas no ombro do seu grande amigo: João Vicente Claudino.

João Vicente Claudino tem tudo o que um homem pode comprar, mas não tem o carisma do povo para vencer uma eleição – por isso precisa se subjugar para um político decadente como Fábio Abreu.

Você, JVC, a partir de agora será responsável por tudo o que esse homem fizer.

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