7 maneiras de salvar o Piauí e o Brasil antes que os políticos nos destruam

Este texto não pretende apresentar soluções definitivas para salvar o Piauí e o Brasil dos políticos, até porque isso é impossível. Apenas governos comunistas tiranos e assassinos tiveram a pretensão de dizer que tinham todas as soluções para todos os problemas do mundo. Mas, acreditamos ser possível jogar uma luz sobre os principais problemas que enfrentamos e direcionar, de certa forma, para juntos encontrarmos saídas para esses graves problemas políticos que todos os brasileiros vivenciam.

Abaixo listaremos algumas ideias e comportamentos que o brasileiro deve mudar para se tornar mais livre e menos corrompido politicamente:

  1. Pare de ser agradecido aos políticos

Em política, não deve existir gratidão, por absolutamente nada. Quando as pessoas saúdam Lula ou Wellington Dias como salvadores da pátria, estão criando uma mística de que somente aquelas pessoas têm a saída para seus problemas. Endeusá-los é dar a eles o direito de agir conforme quiserem – e, como já foi atestado, eles querem estar acima da lei. Nenhuma ação que um político faz é mais que sua obrigação. Eles não são nem intelectual e nem moralmente competentes para serem heróis de nada.

      2. Busque meios de resolver os problemas fora da política

Sim, pagamos impostos caros – os mais caros do mundo – mas não é por isso que precisamos pedir para o governo resolver todos os problemas da sociedade. Se existe um problema na sua rua, por exemplo, busque resolver com os vizinhos (muitas vezes com recursos próprios mesmo). Isso faz com que os governos se tornem cada vez mais irrelevantes na vida das pessoas (como essa ponte que foi orçada em R$ 270 mil pelo governo e a população local a construiu por apenas R$ 5 mil). Tudo o que o governo faz, a sociedade pode fazer muito melhor e bem mais barato.

     3. Lute por menos impostos

Impostos são a fonte de financiamento da corrupção. Quando você compra uma camisa, que é um bem necessário e que possui mais de 60% de impostos, você está pagando mais da metade do valor para o governo, dinheiro esse que provavelmente irá para o bolso de um corrupto. Lutar por menos impostos é tirar dinheiro do bolso da corrupção. O problema do Brasil não é a falta de verbas para saúde, segurança e educação e sim a má administração do dinheiro. O Brasil é um dos países que mais investe em educação e qual o significado disso? Que dinheiro não vale nada se não chegar ao seu destino e se não for bem administrado (o que os governos já se mostraram, infinitas vezes, incapazes de fazer).

   4. Políticos não merecem uma segunda chance

Quando um político rouba, ele mata. Tirar dinheiro que iria para segurança ou saúde é, literalmente, assassinar a população cruelmente. Teresina já foi uma das cidades mais seguras do Brasil, agora é uma das mais perigosas. Ao invés de chegar um novo material para um hospital, o dinheiro é utilizado para custear as férias do filho do Governador com sua esposa, por exemplo. Existe algo mais psicopata que isso? Políticos não veem diferença entre dinheiro privado e público. Por isso, utilizar frases como “rouba, mas faz” é dar a liberdade de manter os políticos assassinando a população, roubando o dinheiro de seus salários e vivendo às custas de todos. Se um político foi condenado (como Lula ou pego em flagrante como Aécio), ele NÃO merece uma segunda chance. Não há interpretações para seus erros, eles devem ser eliminados da vida pública eternamente.

O grande problema das manifestações de 2013 (do Gigante que acordou e voltou a dormir) foi exigir menos corrupção dos próprios políticos corruptos. É preciso eliminá-los de lá e não pedir para pararem de roubar.

     5. Eduque as pessoas menos estudadas

Certa vez, conversando com uma mulher humilde na rua logo após a vitória de Dilma Rousseff em 2014 e com o anúncio do aumento da gasolina depois das eleições, ela me disse: “Meu filho, eu não me importo com o aumento da gasolina, eu não tenho carro, só ando de ônibus, só rico vai pagar mais pela gasolina”. Expliquei para ela que, na verdade, tudo tinha o preço da gasolina: a comida que ela comprava para sua família foi transportada por um veículo que exigia combustível, o ônibus que ela andava também, afinal, todos os produtos são afetados com o aumento dos combustíveis e isso afetava a todos. Não podemos deixar a educação política para as escolas ou os livros do MEC, sempre que puder, eduque as pessoas que não entendem como funcionam a economia e a política do país.

    6. Governos não foram feitos para ajudar as pessoas e sim para torná-las menos dependentes

Se você conversar com uma pessoa que recebe Bolsa Família, certamente ouvirá dela que “O político tal me ajudou com esse benefício”. Políticos estão sempre falando em ajudar a população, mas esse não é o objetivo da política em si. Quem ajuda é a caridade, doações, a filantropia. O objetivo do governo é tornar a sociedade mais autônoma, mais independente, que consiga se virar sozinha e não o contrário. Transformar os objetivos dos políticos em uma ajuda é dizer que a sociedade sempre vai precisar de alguém para resgatá-la. Se o seu político fala em ajudar, caia fora. Ele não está ali para isso.

7. Pare de reeleger as mesmas pessoas

Themístocles Filho está há mais de 20 anos como Presidente da Assembleia Legislativa do Piauí, Wellington Dias e Firmino Filho estão em seu terceiro e quarto mandatos, respectivamente. Independentemente se você acha que eles são bons políticos, manter um mesmo indivíduo com tanto poder por mais de 2 décadas é oferecer poder excessivo para um único grupo. Reeleger novas pessoas, com novas ideias e novas formas de governar é essencial para uma democracia saudável. Políticos que ficam muito tempo no poder adquirem vícios com dinheiro público impossíveis de controlar (ou mais aqui).

Se você tem mais dicas, manda para a gente que iremos adicionar na matéria novas dicas para salvar o Piauí e o Brasil dos políticos.

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